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Amor sem fronteiras

domingo, 24 de outubro de 2010

PO Japonês casado com uma personagem de Nintendo DS.

Sal9000, como é conhecido, resolveu se casar com Nene Anegasaki do videogame Nintendo DS “Love Plus”, um jogo virtual sobre namoro. Aparentemente é proibido se casar no Japão com objetos inanimados ou imaginários, mas a alegação de Sal9000 é que sua esposa está aprisionada dentro do vídeo game. Os convidados puderam assistir a uma apresentação de slides, que teve beijo na boca e tudo. Medo!

Postado por αทg૯ℓ às 14:39 0 comentários  

Marcadores: Posts de terceiros

Ser jovem - Arthur da Távola

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

“ Ser jovem é não perder o encanto e o susto de qualquer espera. É, sobretudo, não ficar fixado nos padrões da própria formação.
Ser jovem é ter abertura para o novo na mesma medida do respeito ao imutável. É acreditar um pouco na imortalidade da vida, é querer a festa, o jogo, a brincadeira, a lua, o impossível, o distante. Ser jovem é ser bêbado de infinitos que terminam logo ali. É só pensar na morte de vez em quando. É não saber de nada e poder tudo.
Ser jovem é ainda acordar, pelo menos de vez em quando, assobiando uma canção, antes mesmo de escovar os dentes. Ser jovem é não dar bola para o síndico mas reconhecer que ele está na sua. É achar graça do riso, ter pena dos tristes e ficar ao lado das crianças.
Ser jovem é estar sempre aprendendo inglês, é gostar de cor, xarope, gengibre e pastel de padaria. Ser jovem é não ter azia , é gostar de dormir e crer na mudança; é meter o dedo no bolo e lamber o glacê. É cantar fora do tom, mastigar depressa e engolir devagar a fala do avô. É gostar da barca da Cantareira, carro velho e roupa sem amargura. É bater papo com a baiana, curtir o ônibus e detestar meia marrom.
Ser jovem é beber curvas, ter estranhas, súbitas e inexplicáveis atrações. É temer o testemunho, detestar os solenes, duvidar das palavras. Ser jovem é não acreditar no que está pensando exceto se o pensamento permanecer depois. É saber sorrir e alimentar secreta simpatia pelos crentes que cantam na praça em semicírculo, Bíblia na mão, sonho no coração. É gostar de ler e tentar silêncios quase impossíveis. É acreditar no dia novo como obra de Deus. É ser metafísica sem ter metafísica. É curtir trem, alface fresquinha, cheiro de hortelã. É gostar até de talco.
Ser jovem é ter ódio de cachimbo, de bala jujuba, de manipulação, de ser usado. Ser jovem é ser capaz de compreender a tia, de entender o reclamo da empregada e apoiar seu atraso. Ser jovem é continuar gostando de deitar na grama. É gostar de beijo, de pele, de olho. Ser jovem é não perder o hábito de se encabular. É ir para ser apresentado ( já conhece fulano) morrendo de medo. Ser jovem é permanecer descobrindo. É querer ir a lua ou conhecer as Finlândias, Escócias e praias adivinhadas. É sentir cheiro de férias, cheiro de mãe chegando em casa em dia de chuva, cheiro de festa, aipim, camisa novaou toalha lá do clube.
Ser jovem é andar confiante como quem salta, se possível, de mãos dadas com o ar. É ter coragem de nascer a cada dia e embrulhar as fossas no celofane do não faz mal. É acreditar em frases, pessoas, mitos, forças, sons, é crer no que não vale a pena mas ai da vida se não fosse isso. É descobrir um belo que não conta. É recear as revelações e ir para casa com gosto do seu silêncio amargo ou agridoce. Ser jovem é ter a capacidade do perdão e andar com os olhos cheios de capim cheiroso. É ter tédios passageiros, é amar a vida, é ter uma palavra de compreensão. Ser jovem é lembrar pouco da infância por não precisar fazê-lo para suportar a vida. Ser jovem é ser capaz de anestesias salvadoras. Ser jovem é misturar tudo isso com a idade que se tenha , trinta, quarenta, cinqüenta, sessenta, setenta ou dezenove. É sempre abrir a porta com emoção. É esperar dos outros o que ainda não desistiu de querer. Ser jovem é viver em estado de fundo musical, de superprodução da Metro. É abraçar esquinas, mundos, espaços, luzes, flores, livros, discos, cachorros e a menininha com um profundo, aberto e incomensurável abraço feito de festa, cocada preta, dentes brancos e dedos tímidos, todos prontos para os desencontros da vida. Com uma profunda e permanente vontade de SER. ”

Postado por αทg૯ℓ às 19:53 0 comentários  

Marcadores: Poesias/Poemas

Inuyasha - Fate and Love

terça-feira, 19 de outubro de 2010




Postado por αทg૯ℓ às 22:02 0 comentários  

Marcadores: Músicas

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Por que as ações (ou a falta delas) subjetivas nos distanciam cada vez mais das nossas esperanças banais? As coisas poderiam ser tão mais simples, porém não o fazem. Eu queria que, em um olhar apaixonado, em uma frase carinhosa, um silêncio de consolo, tivesse a capacidade de expressar exponencial regozijo em sua companhia. Mas a existência temporal diminuta nos resulta em parcos instantes juntos.

Postado por αทg૯ℓ às 23:10 0 comentários  

Marcadores: Meus manuscritos

Resident Evil - Biohazard - Hóspede maldito

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Resident Evil (Biohazard no japão) é uma série de jogos de terror produzida pela Capcom. Criada por Shinji Mikami em 1996, a série já vendeu mais de 40 milhões de cópias até 2009, ano de lançamento do 5º jogo da série (Em sequencia, e o 16º de todos os jogos já criados).
O jogo é um Survival Horror, um jogo onde você precisa resolver enigmas, desvendar mistérios e enfrentar o desconhecido para sobreviver (E, convenhamos, de coisa desconhecida tem aos baldes no RE!). O jogo que deu surgimento ao gênero foi Alone in The Dark, nos anos 90, mas só ficou popular com Resident Evil.
No caso da série, o jogador precisa enfrentar zumbis, que surgem após entrarem em contato com alguma bactéria maligna. As histórias dos primeiros jogos ocorrem na cidade de Raccoon City, mas a partir do 4º e dos jogos extras, a horda zumbi começa a correr o mundo.
Zumbis, sempre tão populares nos filmes de terror, de nomes consagrados como George Romero (Diretor de A Noite dos Mortos Vivos, simplesmente), e até mesmo Peter Jackson, agora pavoram o jogador. Que tem diante de si a situação de enfrentar essas horrendas criaturas, que há muito assombram a mente humana. Munidos, pelo menos no começo do jogo, de apenas uma arma.
O clima do jogo também pega desprevinido os mais medrosos. Ausência de música constante, lugares abandonados, escuros, e zumbis que saltam do nada! O suficiente pra assustar qualquer um (Experiência própria dos vários domingos jogando Resident Evil 4…). O bom e velho “zumbi do passo lerdo” é BEM mais assustador do que aqueles modernosos que correm.
A série não vive só de jogos não! Como todos sabem, há filmes, revistas em quadrinhos, bonecos, e até mesmo um refrigerante! Movimentando um lucro absurdooooo!
E… Prepare-se, falarei de cada-um-deles (Desculpa, ;)!)
(Créditos ao final do post)




1. JOGOS
1.1 Resident Evil
“ Lançado no já longínquo ano de 1996, o primeiro Resident Evil até hoje é considerado um dos melhores games para o PsOne, e figura na maioria das listas dos melhores games da história. Erroneamente, a ele é dado o crédito de criador do gênero survival horror, um estilo de game que já havia sido introduzido anos antes, com Alone In The Dark.
A história do game se passa em 1998, quando crimes bizarros começam a assolar a pequena Raccoon City. As vítimas, normalmente andarilhos e excursionistas que passam pela floresta nos arredores da cidade, são brutalmente assassinadas e seus corpos apresentam sinais de canibalismo e violência extrema. O departamento de polícia de Raccoon decide enviar seu time de elite, os S.T.A.R.S. (Special Tactics and Rescue Service, ou Serviço de Táticas e Resgates Especiais) para cuidar do caso. A primeira equipe enviada é o Bravo Team, que perde contato com a delegacia minutos após entrar na área da floresta. Após 24 horas sem contato via rádio, o Alpha Team é enviado, e se surpreendem ao encontrar o helicóptero da outra equipe, completamente abandonado.
Enquanto checavam os arredores em busca de pistas sobre a localização dos policiais desaparecidos, Joseph Frost, um dos membros do Alpha Team, é atacado por cães selvagens, que aparentam estado de decomposição avançada. Abandonados por Brad Vickers, piloto da equipe, que foge levando o helicóptero, os oficiais sobreviventes se vêem sem opção a não ser se refugiar em uma mansão que é avistada ao longe.
É aqui que o game começa. Você assume o papel de Chris Redfield ou Jill Valentine, e deve investigar a misteriosa casa, ao mesmo tempo em que procura por seus companheiros e tenta sobreviver à horda de criaturas que infesta o local, desde humanos transformados em zumbis até criaturas mais fortes e letais.
O game também tem versões para Sega Saturn, computadores e Nintendo DS, além de uma nova edição para o PsOne, chamada de “Resident Evil Director’s Cut”, que traz muitas diferenças em relação à versão original, entre elas novas roupas e um maior nível de dificuldade.”
1.2 Resident Evil 2


“Após o estrondoso sucesso do primeiro jogo da série, a Capcom começou a trabalhar em sua seqüência, nos idos de 1997 e disponibilizou muito material, no que ficou conhecido como Resident Evil 1.5. Contudo, essa primeira versão do jogo foi abandonada e uma do zero foi feita, hoje a conhecemos como RE2.
O jogo trazia uma inovação na jogabilidade entre os dois personagens. Já a história transcorre ao mesmo tempo para ambos, o que auxilia tanto numa quanto na outra, sendo que ações realizadas na primeira acarretam modificações na segunda.
Na noite de 29 de outubro de 1998, o policial novato Leon S. Kennedy e Claire Redfield, a irmã do membro dos S.T.A.R.S. Chris adentram a cidade de Raccoon City. Leon percebe que a cidade está calma demais e muito deserta. Ele pára seu jipe no meio da estrada ao avistar um corpo e desce para verificar. Enquanto isso, Claire chega a um restaurante para pedir informações. Ela está na cidade à procura de seu irmão, que não dá notícias a um bom tempo. Na lanchonete, Claire se encontra em meio ao terror quando eu morto-vivo a ataca. Ao fugir pela porta dos fundos, dá de cara com Leon, que foi cercado por um grupo de mortos-vivos.
Eles fogem pelo beco e chegam à um carro abandonado da Polícia. Contudo, no seu caminho para chegarem à Delegacia de Polícia, um zumbi os ataca do banco de trás, enquanto um caminhão desgovernado com um motorista zumbificado vem de encontro à eles. Ambos pulam para fora do carro, quando o caminhão se choca com o veículo, explodindo numa grande bola de fogo. Os recém aliados agora estão separados e fazem o seu caminho para a Delegacia. Lá dentro eles se reencontram e seguem a procura de uma rota de fuga segura, bem como por sobreviventes.
Leon encontra Ada, que está a procura de seu namorado John, um pesquisador da Umbrella, enquanto Claire dá de cara com a menina Sherry, orientada por sua mãe para se refugiar na Delegacia, o lugar mais seguro na cidade. Mas as aparências enganam, e a Delegacia não é mais segura, bem como o parentesco de Sherry e as intenções de Ada nos demonstram no desenrolar da história.”
1.3 Resident Evil 3: Nemesis
“"28 de setembro, nascer do sol . Os monstros tomaram conta da cidade. De alguma forma... permaneço viva".
Jill Valentine pensava ter deixado de ser assombrada pelos acontecimentos da mansão nas Montanhas Arkley, mas quando retorna a Raccoon City, percebe que o pesadelo ainda persiste. A cidade parece estar tomada pelo vírus, e cada vez mais, tudo parece estar completamente fora de controle. Jill passa a agir por conta própria, na esperança de reencontrar seu amigo Chris Redfield, que iria se dirigir à Europa, para investigar as ações da Umbrella no continente. No entanto, os zumbis que tomam conta da cidade se mostram um empecilho em seu objetivo de encontrar seu velho amigo. Os mortos-vivos, porém, não são nada perto da arma biológica mais perfeita produzida até então: Nemesis. A história se passa no dia anterior aos acontecimentos de Resident Evil 2 e é finalizada um dia depois.
O jogo segue a tradição dos anteriores. Os cenários e o clima tenso e sombrio se mantêm bem semelhante aos de Resident Evil 2. Apesar da história se passar antes, é notada uma evolução na questão visual, com gráficos mais detalhados, de aspecto mais suave e realista. A jogabilidade se mantém semelhante, mas alguns diferenciais merecem destaque, como por exemplo, o “auto-aiming” (mira automática) - o que ajuda muito evitando o desperdício de munição – e a esquiva especial que o personagem realiza quando é atacado de perto. Outro ponto interessante em Resident Evil 3 são as várias combinações possíveis de tipos de pólvoras encontrados durante o jogo, que produzem diferentes munições para as armas. O que pode aumentar a tensão nos iniciantes é a surpresa de ter que tomar uma decisão em momentos importantes do jogo, principalmente quando Nemesis aparece. As conseqüências de cada escolha são imprevisíveis, o que torna o game diferente caso o jogador queria repetir a dose.”
1.4 Resident Evil 4
“ Leon S. Kennedy era apenas um policial novato quando presenciou o tenebroso evento que aconteceu em 1998, na cidade de Raccoon City. Muito tempo se passou e Leon finalmente conseguiu deixar para trás as imagens daquele dia. Seis anos depois, ele é um agente do serviço secreto norte-americano, responsável pela proteção da família presidencial.
Ashley Graham, a filha do presidente, é seqüestrada na saída de sua universidade por uma organização desconhecida. A única pista é que ela teria sido vista em uma remota ilha no coração da Europa. Agora, cabe a Leon resgatá-la. Mal sabia ele que isso significava uma nova imersão em um pesadelo que ele acreditava ter acabado.
Resident Evil 4 marca uma mudança de rumos na série. Totalmente diferente dos games anteriores, este jogo representou uma verdadeira revolução nos games de ação, pavimentando o caminho para todas as seqüências de Resident Evil. Criticado por uns e considerado o melhor por outros, RE4 causou controvérsia, mas, mesmo assim, acabou sendo considerado um dos melhores games de Gamecube e Playstation 2 na época que foram lançados. Com uma história completamente nova e, ainda assim, mais ligada aos acontecimentos de 1998 do que se imagina no início, Resident Evil 4 é ao mesmo tempo um ponto final e um ponto de partida, um divisor de águas na cronologia da franquia.”
1.5 Resident Evil 5
“ Resident Evil 5 foi lançado em março de 2009 e estabeleceu novos parâmetros para a série. Com gráficos em alta definição e jogabilidade aprimorada, o game traz uma trama que fecha diversos arcos da história dos jogos anteriores, ao mesmo tempo em que apresenta novos controles e uma nova jogabilidade, planejada para dois jogadores, que podem se unir tanto via internet, quanto offline, com tela dividida.
Uma década após o incidente na Mansão de Spencer, Chris Redfield continua na batalha contra a proliferação de armas biológicas, mesmo após o fim da Umbrella. Um dos fundadores da B.S.A.A. (Bioterrorism Security Assesment Alliance, ou Aliança de Avaliação de Segurança em Bioterrorismo), o ex-S.T.A.R.S. é atormentado por lembranças de seu passado e pela perda de sua parceira, Jill Valentine, dada como morta após uma missão mal-sucedida. Seguindo uma pista, ele é levado à África, onde uma transação ilegal de B.O.W.s está prestes a acontecer. Na Zona Autônoma de Kijuju, ele se une a Sheva Alomar, e juntos devem impedir o negócio e prender o responsável pela venda, Ricardo Irving. A missão, porém, se revela muito maior do que uma simples prisão, quando o destino do planeta é colocado em jogo e Chris se vê frente a frente com seu maior inimigo, Albert Wesker, que conhece a verdade sobre a morte de Jill.”
1.6 Resident Evil 0
“Em 1999 a Capcom causou alvoroço na comunidade de Resident Evil: O curioso título “Zero” iria ser o primeiro jogo da série exclusivo para o Nintendo64. Segundo a empresa, o PlayStation com seus grandes loadings não era capaz de suportar o novo sistema “Partner Zapping” em que os personagens cooperavam um com o outro em tempo real e eram controlados ao mesmo tempo. Algum tempo depois, após anunciada a polêmica exclusividade de jogos da cronologia oficial para os consoles de mesa da Nintendo, Resident Evil Zero acabou sendo totalmente refeito para o GameCube e o projeto para Nintendo64 abandonado.
Como a idéia transmitida pelo título, Resident Evil Zero foca a missão do Bravo Team antes dos acontecimentos do primeiro jogo, na Mansão Spencer. Tudo começou quando o S.T.A.R.S. envia sua equipe Bravo para investigar a recente onda de crimes canibais que estava acontecendo nas montanhas Arklay, no subúrbio de Raccoon. Após terem que fazer um pouso forçado no meio da floresta por problemas técnicos, a equipe encontra uma viatura da polícia destruída que estava transportando Billy Coen para sua execução por assassinato em massa. Liderados por Enrico Marini, a equipe se separa para investigar a área.
O horror tem início quando Rebecca, a médica do Bravo Team, encontra um trem abandonado na escuridão. Lá ela se depara com Billy, e ao se darem conta da situação em que se encontram, cercados por mortos-vivos e monstros horrendos, decidem que é melhor cooperarem entre si se quiserem sobreviver.”
1.7 Resident Evil Remake
“O ano de 2002 sem dúvida foi um grande marco para os fãs da série Resident Evil. A data será lembrada como o ano em que a saga ganhou a sua primeira remontagem. Inicialmente conhecido como o capítulo “Rebirth” em suas primeiras fases de produção, o jogo foi lançado apenas como “Resident Evil”, e hoje é carinhosamente chamado pelos fãs simplesmente de Remake.
Após o polêmico acordo de exclusividade com a Nintendo, o “novo” capítulo foi basicamente lançado como teste para o novo console da empresa; tanto para experimentar a capacidade do videogame quanto para certificar o quão popular o game se tornaria.
Trazendo modificações majestosas com base no enredo-clichê original, à primeira vista o quesito gráfico é excepcional. O título, que recebeu o prêmio anual de melhores gráficos de vários sites, apresenta cenários visualmente deslumbrantes e realistas. Efeitos de luz e sombra, explosões, texturas e sobreposições, combinados com músicas tensas e sons realistas e macabros tornam a experiência ainda mais imersiva, tornando-a certamente única. Caprichos como o barulho dos passos mudando a cada tipo de superfície e zumbis mastigando a sua carne após as mordidas provam a dedicação da empresa nessa estréia.
A trama tem início quando a Equipe Alpha dos S.T.A.R.S., Esquadrão de Táticas Especiais e Missões de Resgate da cidade de Raccoon, partem à procura da Equipe Bravo ao perderem totalmente o contato durante as investigações na floresta de Arklay, a qual apresentava recentes casos de misteriosos assassinatos canibais. O grupo acaba por encontrar os destroços do helicóptero do Bravo, e a busca se torna um pesadelo ao serem inesperadamente atacados por cachorros horrendos. Em uma corrida em busca de sobrevivência, eles se refugiam numa mansão tenebrosa abandonada na floresta em meio à escuridão. Nada em seu treinamento pôde jamais prepará-los para o horror que precisaria ser enfrentado naquela noite...”
1.8 Resident Evil Deadly Silence
“ Resident Evil Deadly Silence é a segunda versão de Resident Evil em um console portátil da Nintendo. Lançado no início de 2006, o game incorporou ao já clássico Resident Evil de PsOne os recursos exclusivos do DS, como a utilização das duas telas e a canetinha Stylus. Além disso, o novo modo de jogo, chamado “Rebirth”, traz novos enigmas, animações e um modo totalmente novo, o “Knifing”, no qual a faca é controlada através da tela sensível do console, com visão em primeira pessoa.
O lançamento para o DS traz também a versão original do game lançado em 1996, que também conta com os novos sprites de personagens e inimigos. Outra novidade é a possibilidade de usar a faca através do botão L, como em Resident Evil 4, sem necessidade de equipá-la no inventário.
Como se as inovações nos modos single player já não fossem suficientes, a Capcom incluiu ainda um modo multiplayer, que funciona através da rede sem fio do console. No modo “Versus”, os jogadores lutam pela maior pontuação, onde quem conseguir matar mais criaturas é o vencedor. O modo “Co-Op”, como o nome já diz, coloca os jogadores lado a lado, para que estes trabalhem juntos e sobrevivam aos perigos da mansão. Todos os S.T.A.R.S. são selecionáveis neste modo multiplayer, mas a maioria deles deve ser habilitada.
Seja sozinho ou com mais pessoas, Resident Evil Deadly Silence é um retorno ao início da saga, e mais uma vez, cabe a Chris e Jill fugirem da mansão e revelarem os segredos da Umbrella. Um game que vale tanto para os recém-chegados quanto para os fãs antigos que buscam um pouco de nostalgia.”
1.9 Resident Evil CODE: Veronica
“Lançado no início do ano 2000 para Dreamcast, Resident Evil CODE: Veronica foi o primeiro passo da série nos consoles de nova geração. Desde que foi anunciado, o game chamou a atenção por seus gráficos melhores e pelo retorno de uma personagem que já era querida por todos: Claire Redfield. O game acabou ficando conhecido por muitos como “a seqüência direta de Resident Evil 2”.
A história começa três meses depois da destruição de Raccoon City, quando Claire vai até Paris em busca de seu irmão. Ao invadir uma base da Umbrella na cidade, é capturada e levada para uma prisão na Ilha Rockfort, também pertencente à empresa. O pesadelo começa mais uma vez, quando um ataque à ilha libera o vírus e transforma todos os seus habitantes em zumbis. Em meio ao terror, Claire pede ajuda a seu irmão, que tenta resgatá-la seguindo seus passos pela ilha.
Mal sabiam eles que o medo estava presente não somente na forma das aberrações que agora tomaram o local, mas também na forma de Alfred e Alexia Ashford, descendentes dos fundadores da Umbrella e responsáveis pela administração da Ilha Rockfort. O que eles também não sabem é que um inimigo muito mais perigoso também está à solta, atrás das cabeças de Chris e Claire.
Cerca de um ano depois, o Dreamcast voltou a receber uma versão do game. Resident Evil CODE: Veronica Complete era a versão definitiva do jogo e contava com cenas adicionais e um final estendido. Esta edição mais tarde ficaria conhecida como Resident Evil CODE: Veronica X, lançada para Playstation 2 e GameCube.”
1.10 Resident Evil: The Umbrella Chronicles


“ Os fãs de Resident Evil já estão familiarizados com a quantidade de furos no roteiro existentes em toda a saga. Personagens cujos destinos não são explicados, fatos que ainda têm de ser esclarecidos e tantos outros questionamentos sempre existiram quando se falava da cronologia. Mas uma pergunta sempre pairou acima de todas as outras: O que aconteceu com a Umbrella e como ela acabou?
Responder a esta e a algumas outras perguntas que permeiam a série é a proposta de “Resident Evil: The Umbrella Chronicles”. Aproveitando-se das funcionalidades exclusivas do Wii, o jogo se estende por um longo período de tempo, desde o incidente no trem e na mansão de Spencer em 1998 até 2003, quando uma equipe anti-Umbrella, liderada por Chris Redfield e Jill Valentine, ataca uma instalação secreta da companhia no coração da Rússia. Durante esse período, saberemos mais sobre a fuga de Wesker da mansão, a sobrevivência de Ada e veremos como foi colocado um ponto final na Umbrella.
Por contar tantas histórias, o game foge completamente à tradição da série, lembrando mais um título da franquia Survivor. “Umbrella Chronicles” é um shooter em trilhos, no qual o jogador tem controle somente sobre uma mira que é utilizada para dar cabo dos monstros que infestam os cenários. O jogo é dividido em capítulos, cada um contando histórias específicas e envolvendo alguns personagens. Enquanto alguns capítulos recontam os ocorridos durante os games anteriores, outros são completamente inéditos, e mostram aspectos nunca antes revelados. Pela primeira vez, existe um modo cooperativo para dois jogadores.
Para aqueles que não conhecem a série, este game é uma boa introdução aos games originais. Para os aficcionados, o jogo carrega um gosto de nostalgia e a sensação de que, em “Resident Evil: The Umbrella Chronicles”, tudo que se sabe é pouco.”
1.11 Resident Evil Survivor


“ Resident Evil Survivor (também conhecido como Gun Survivor, subtítulo da versão japonesa) foi o primeiro game da série reconhecido por ultrapassar os limites da fórmula clássica dos primeiros jogos de Resident Evil. A idéia foi ousada e promissora: recriar o survival horror, agora em primeira pessoa, quatro anos depois da consolidação do estilo nos videogames pelo lançamento do primeiro título.
Os ambientes pré-renderizados foram deixados de lado para dar lugar ao ambiente totalmente 3D; a câmera estática foi substituída por uma visão de jogo literalmente dentro do personagem, com apenas a mira da arma na tela, com o objetivo de que o jogador tenha uma experiência mais imersiva e realista.
Várias outras mudanças em relação ao sistema e a mecânica de jogo também aconteceram. A Handgun, arma básica do jogo, possui munição ilimitada, assim como o espaço em seu inventário para guardar objetos, itens de cura, armas e munição, além de outras características únicas deste capítulo.
Na trama, Ark Thompson acorda num local desconhecido após a queda de um helicóptero, sem lembrar-se de nada, nem mesmo de sua própria identidade. Instantes depois, o homem é atacado por zumbis enquanto estava examinando o corpo de um misterioso homem vestido de branco, perto do local do acidente. Lutando por sobrevivência e respostas, Ark terá de enfrentar hordas de monstros horrendos e agressivos, e resolver enigmas que envolvem tanto a si mesmo, quanto ao segredo por trás do incidente viral.”
1.12 Resident Evil Survivor 2
“ Em meados de 2001, ainda colhendo os frutos do sucesso de Resident Evil CODE: Veronica em todo o mundo, a Capcom fez uma parceria com a Namco para produzir uma seqüência para a série “Survivor”. Inicialmente chamado de “Biohazard: Firezone”, o segundo título da franquia seria lançado para os arcades e faria uso da tecnologia Naomi, produzindo gráficos semelhantes aos vistos no Sega Dreamcast.
À primeira vista, o jogo parece um simples relançamento do original para os consoles. Desta vez, entretanto, duas pessoas podiam jogar ao mesmo tempo, na pele de Claire Redfield e Steve Burnside, passando por alguns cenários da Ilha Rockfort, enfrentando uma série de monstros não somente de RE:CV, mas também de outros games da série. O arcade, porém, teve uma repercussão negativa no mercado japonês, mas, ainda assim, a Capcom anunciou que uma versão doméstica do jogo seria lançada para o Playstation 2.
Em novembro de 2001, os fãs japoneses recebiam Biohazard: Survivor 2 em seus consoles. Quatro meses depois, foi a vez dos europeus. Nos dois mercados, a recepção foi igualmente negativa, mesmo com a adição de extras na versão Playstation 2. Os números de vendagem foram muito abaixo do esperado e, aproveitando-se de uma classificação etária alta colocada pela Sony para o lançamento americano do jogo, a Capcom anunciou ainda em 2002 que os fãs dos Estados Unidos não teriam acesso ao game, colocando Resident Evil Survivor 2 no rol dos games “obscuros” da série.”
1.13 Resident Evil Dead Aim
“ Lançado em fevereiro de 2003 para o Playstation 2, “Resident Evil: Dead Aim” é o quarto título da série “Survivor”, lançada pela Capcom para trabalhar franquias consagradas da empresa com perspectiva em primeira pessoa. Ao contrário de seus antecessores, porém, este jogo também utiliza a perspectiva clássica da série RE, com a ação em primeira pessoa sendo ativada somente quando o jogador desejar mirar e atirar nos inimigos.
Chamado no Japão de “Biohazard Gun Survivor 4: Heroes Never Die”, o game se passa no ano de 2002, quando o terrorista Morpheus Duvall seqüestra o navio “Spencer Rain”, pertencente à Umbrella e, de posse de grandes quantidades de vírus, ameaça liberá-lo caso suas exigências não sejam cumpridas.
É nesse ensejo que Bruce McGivern, um agente de uma força-tarefa do governo norte-americano, é enviado ao local para recuperar o navio, prender Morpheus e evitar que o vírus seja dissipado em meio à população. A chinesa Fong Ling também está no local, e ambos devem trabalhar juntos para impedir que o terrorista seja bem sucedido. Além da jogabilidade, o trabalho empregado na produção de Dead Aim é notável. Este é o primeiro game da linha “Resident Evil Survivor” a apresentar cenas em CG, além de um bom trabalho de dublagem e uma trama consistente. É também o primeiro jogo da série a ter uma música tema, “Gun Shot”, interpretada pela banda japonesa Rize.”
1.14 Resident Evil Outbreak
“Tudo começou como um dia qualquer em setembro... Um dia qualquer na vida de pessoas normais, que buscam descontração após um dia intenso de trabalho, de estudo... Ninguém nem ao menos suspeitou do que poderia estar acontecendo em Raccoon City, uma cidade americana que descobriu o verdadeiro significado de modernização graças à Umbrella Corporation, uma corporação farmacêutica que camuflou no desenvolvimento da cidade, segredos terríveis, como experimentos com perigosíssimas armas biológicas, como um vírus mortal, capaz de reanimar células mortas.
De repente, milhares de pessoas dão entrada nos hospitais locais, com vários sintomas em comum: coceira, vômito, dores pelo corpo. A população encarou tudo como uma epidemia que seria facilmente controlada, enquanto surgiam na cidade casos de mutilação de famílias inteiras que habitavam as redondezas de Arklay – uma cadeia de montanhas que rodeia a cidade. A onda de assassinatos começou a se intensificar e passou a acontecer no meio urbano. Não era somente uma notícia qualquer no noticiário: a população toda via seus amigos, familiares e conhecidos sendo vitimados pela epidemia, e o número de mortes nos hospitais começou a crescer... O problema é que, quem sucumbia à doença, não permanecia morto por muito tempo.
É uma noite comum, em um bar qualquer. Várias pessoas bebem, conversam, e se descontraem. Alguém entra pela porta aparentando ser um mendigo... Um dos funcionários se dirige à figura, pedindo para que ela saia, mas, aquilo que aparenta ser um mendigo, o ataca. Basta olharem pelas janelas do bar, para que todos aqueles que ali estão, descubram que o pesadelo só está começando. Cindy, Kevin, George, Mark, Yoko, Alyssa , David e Jim, lutarão juntos pelo mesmo objetivo: escapar com vida da Raccoon City, que se tornou a cidade dos mortos... Mas isso não será nada fácil.
Os jogadores agora podem atirar e falar ao mesmo tempo. Novos comandos foram adicionados, os personagens originais ganharam novos itens e loadings demoram menos tempo. Um antigo desejo dos gamers também se tornou realidade neste game: é possível jogar online. O jogador podia se registrar através do browser in-game e interagir online com várias pessoas, criar cenários para explorar no Free Mode e no Scenario Mode, onde ele poderia escolher um cenário padrão do game e se aventurar com outros players. Infelizmente, a Capcom fechou os servidores de Resident Evil Outbreak nos Estados Unidos devido a problemas com o provedor, alegando que os jogadores estavam trapaceando e alterando os rankings de colocação.”
1.15 Resident Evil Outbreak File #2 (Sinopse retirada do Wikipédia)
“Na sequência do sucesso do primeiro título no Japão, Capcom rapidamente anunciou a liberação de Resident Evil: Outbreak: File # 2 no outono de 2004. File # 2 é mais de uma extensão do primeiro jogo do que todo um novo jogo em si. Os mesmos oito caracteres a partir do primeiro título retornou com capacidades semelhantes, e o jogo tem lugar mais uma vez em Raccoon City.
Cinco novos cenários estão disponíveis, e os quatro primeiros estão disponíveis desde o início. Sendo eles: Um jardim zoológico, um metrô, uma floresta, o outro uma versão modificada do Raccoon Police Department, que apareceu pela primeira vez em Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis. E por último um laboratório da Umbrella. No Japão, o jogo é embalada com uma demo de Devil May Cry 3.
Apesar do sucesso financeiro do primeiro título, File # 2 vendeu cerca de 40% do que o primeiro fez quando foi lançado no Japão, assim, amortecendo as chances de um futuro jogo. Em 31 de março de 2007, foi encerrado pela Capcom todos os servidores para o modo online na América. Os servidores para a versão japonesa do jogo ainda não foram encerrados.”
1.16 Resident Evil Gaiden
“2000 seria o ano de lançamento de um port do primeiro Resident Evil para Game Boy Color, licenciado pela Capcom e produzido pela Virgin em parceria com o estúdio britânico HotGen. Após diversos atrasos, porém, o projeto foi cancelado por não estar de acordo com os padrões exigidos pela Capcom. Boatos começaram a surgir, dando conta de que o jogo, na verdade, não teria sido cancelado e sim, portado para o recém-lançado Game Boy Advance. Finalmente, em 2001, veio o anúncio de que um título inédito da série estava em produção para o quase extinto Game Boy Color.
Em “Resident Evil Gaiden”, Leon S. Kennedy, agora trabalhando para uma organização clandestina anti-Umbrella, é enviado para investigar rumores de que uma nova arma biológica estaria a bordo do cruzeiro “Starlight”. Porém, o contato com o agente é perdido e Barry Burton, também pertencente à organização, é enviado para localizá-lo. Ao chegar no local, percebe que o vírus infectou a todos no navio, e encontra a única sobrevivente do acidente, Lucia. Perseguidos por um monstro capaz de tomar qualquer forma e enfrentando os zumbis espalhados pelo barco, Barry e Lucia devem encontrar Leon e tentar escapar com vida do local, não sem antes destruir a arma biológica a bordo e evitar que o desastre tome proporções maiores.
O game inovou ao apresentar novos itens, coletes que diminuem o dano causado pelos inimigos, e um novo sistema de batalha, ativado somente quando as criaturas se aproximam e que conta com a destreza dos jogadores para a eficácia dos ataques. Durante os combates, também é possível batalhar com até três personagens por vez, compartilhando itens e munição entre eles. O jogo não teve uma recepção muito boa, sendo lançado ao mesmo tempo que o remake do primeiro RE para GameCube, e é considerado totalmente non-canon, ou seja, não faz parte da cronologia da saga.”

A série Resident Evil possui um total de 22 livros. Desses 22, sete são da série de S.D Perry, uma autora especialista em novelas de ficção e terror. Ela reconta e inova detalhes sobre os primeiros jogos da série, e incluí contos inéditos. São eles:
- Resident Evil 1: The Umbrella Conspiracy
- Resident Evil 2: Caliban Cove
- Resident Evil 3: City of the Dead
- Resident Evil 4: Underworld
- Resident Evil 5: Nemesis
- Resident Evil 6: Code: Veronica
- Resident Evil 0: Zero Hour
Outros três (Dos 22) são de Keith R.A DeCandido, que utiliza-se de cenas excluídas e detalhes do roteiro dos filmes para fazer livros baseados nos mesmos:
- Resident Evil Genesis
- Resident Evil Apocalypse
- Resident Evil Extinction
Os outros são séries avulsas, como artworks, arquivos secretos, ou contos paralelos para explicar falhas em alguns jogos. Não me focarei tanto nas revistas e nos livros, para dar mais preferência aos jogos.
3.2 Gibis
Até agora, Resident Evil conta com quatro revistas em quadrinhos, cada uma contendo histórias inéditas e/ou anteriores/posteriores à alguns jogos. Também há arquivos secretos, cartas, entre outros que colocam o fã da série mais por dentro de seu jogo preferido. São eles:
- Resident Evil Collection One
- Biohazard The Umbrella Chronicles: Prelude to the Collapse
- Resident Evil Fire & Ice
- Resident Evil: CODE: Veronica

Postado por αทg૯ℓ às 15:28 0 comentários  

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O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

quinta-feira, 7 de outubro de 2010





Sinopse: 
Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.



Ficha técnica:

título original:Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain
gênero:Comédia
duração:2 hr 0 min
ano de lançamento: 2001
site oficial: http://www.amelie-themovie.com/
estúdio: Le Studio Canal+ / Filmstiftung Nordrhein-Westfalen / France 3 Cinéma / La Sofica Sofinergie 5 / MMC Independent GmbH / Tapioca Films / Victoires Pictures
distribuidora: Miramax Films
direção: Jean-Pierre Jeunet
roteiro: Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant
produção: Jean-Marc Deschamps
música: Yann Tiersen
fotografia: Bruno Delbonnel
direção de arte: Volker Schäfer
figurino: Madeline Fontaine e Emma Lebail
edição: Hervé Schneid
efeitos especiais:Duboi


Crítica:
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain  pode ser considerado como um filme diferente da grande maioria que existe por aí. É muito bom quando temos a oportunidade de assistir a filmes como este, onde o diretor usa uma combinação que ao mesmo tempo é dramática e cômica em uma história simples, mas encantadora.
O filme dirigido por Jean-Pierre Jeunet (Alien - A Ressurreição e Eterno Amor) concorreu ao Oscar de 2002 nas categorias de Melhor Filme de Língua Estrangeira, Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Som e Melhor Direção de Arte. Entretanto, infelizmente não conseguiu levar nenhum prêmio, embora o filme tivesse um grande potencial para ter ganhado. Vale lembrar que ele concorria em algumas categorias com a obra-prima O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, o que fez de sua tarefa uma missão quase impossível.
Produzido na França, conta a história dramática de Amelie desde a sua infância, que não foi das melhores. Viveu praticamente isolada das pessoas. Seu pai, que era médico, nunca se aproximou de verdade para dar-lhe amor e carinho, só se aproximava quando precisava fazer exames nela. Seu peixinho de estimação tinha crises e tentara o suicídio várias vezes. E para completar, sua mãe teve uma morte trágica e sinceramente muito esquisita. A menina então crescera isolada de outras pessoas e sem amigos para brincar ou se divertir. Agora jovem, trabalha como garçonete e mora em um simples apartamento em Paris. Certo dia encontra uma caixa pessoal em seu apartamento e descobre que esta pertencia a um ex-morador. Depois disso, ela decide encontrar o dono da caixa, por muita sorte, consegue devolver-lhe seu bem precioso. Encantada e ao mesmo tempo comovida com a felicidade do homem, Amelie descobre um novo sentido para sua vida e passa agora a fazer o bem ajudando a todos de todas as formas. Mas, também acaba por descobrir que ainda lhe falta algo que a impede de se sentir feliz ou realizada: um grande amor.
O filme é um primor visual: a fotografia é belíssima, muito bem trabalhada, rica em detalhes e bem colorida. Na realidade é um dos grandes destaques do filme. Tecnicamente, é o mais interessante. Quanto à trilha sonora, pode-se dizer que é muito bem empregada, mesmo que algumas vezes a execução dela seja paralela às falas do narrador, o que faz com que ela seja perdida e passe despercebida nessas ocasiões. Os diálogos são rápidos e ao mesmo tempo diretos, mas não chegam a ser superficiais.
O roteiro não traz algo de revolucionário, mas mesmo assim tem qualidade e foi bem escrito. Mas o que o valoriza ainda mais a produção é a forma que Jean-Pierre Jeunet dá vida à personagem Amelie, juntamente com a atriz Audrey Tautou (este foi o filme que a lançou para o mundo), mostrando dessa forma que ambos souberam muito bem desenvolver os seus papéis. O estilo utilizado pelo diretor misturando comédia com drama mais a presença de um narrador, que parece estar narrando um assunto didático, acaba por tornar o filme muito interessante, leve e descontraído. Apresenta assim um toque incomum que nos faz esquecer do tempo, pois acabamos ficando presos ao filme para acompanhar sua narração que é rápida e rica em informações.
É curioso saber o que vai acontecer com a personagem, uma vez que no começo o filme enfatiza muito o drama da pobre menininha, mas pouco tempo depois já o quebra com a morte inesperada de sua mãe. Enfim, nossa personagem parece estar “abandonada”, levando a crer que ela será uma pessoa isolada dos outros, com medo do mundo lá fora. Porém, não é o que acontece. Amelie acaba se superando e nos dando uma lição de vida de uma forma muito divertida com seus planos mirabolantes para fazer os outros felizes.
O filme foi muito bem visto e recebido pelo público francês e, embora seja uma produção de língua não-inglesa, também fez um considerável sucesso nos Estados Unidos, tudo graças a esse estilo diferente e incomum na maioria dos filmes. Adorei o filme, é verdade, e o recomendo para todos que se interessam por algo mais inovador.








Postado por αทg૯ℓ às 23:46 0 comentários  

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A little princess (A princesinha)





Sinopse : 1914, Simla, Índia. Sara Crewe (Lisel Matthews) é uma garota inglesa que vivia feliz, apesar de ser órfã de mãe. Quando eclodiu a 1ª Guerra Mundial seu pai, o capitão Crewe (Liam Cunningham), que pertencia ao exército inglês, tem que ir para a guerra. Porém antes vai a Nova York para deixar Sara num luxuoso internato para moças, no qual a mãe dela já estudara e que é administrado agora com mão de ferro pela Srta. Minchin (Eleanor Bron). A Srta. Minchin fica incomodada com a criatividade de Sara, que logo cativa a maioria das garotas. Um dia o Sr. Barrow (Vincent Schiavelli), o advogado do pai de Sara, chega no colégio para dizer que não haveriam mais pagamentos, pois o pai de Sara tinha morrido em combate. Minchin então faz Sara trabalhar como uma criada, para pagar sua estada ali.




FICHA TECNICA
Título Original: A Little Princess
País de Origem: EUA
Gênero: Drama / Familia / Fantasia
Tempo de Duração: 98 minutos
Ano de Lançamento: 1995
Estúdio / Distrib.: Warner Home Video
Direção: Alfonso Cuarón
ELENCO
Liesel Matthews … Sara Crewe
Eleanor Bron … Miss Minchin
Liam Cunningham … Capitão Crewe / Príncipe Rama
Rusty Schwimmer … Amelia Minchin
Arthur Malet … Charles Randolph
Vanessa Lee Chester … Becky
Errol Sitahal … Ram Dass
Heather DeLoach … Ermengarde
Taylor Fry … Lavinia
Darcie Bradford … Jesse
Rachael Bella … Betsy
Alexandra Rea-Baum … Gertrude
Camilla Belle … Jane
Lauren Blumenfeld … Rosemary
Kelsey Mulrooney … Lottie
Kaitlin Cullum … Ruth
Alison Moir … Princess Sita
Time Winters … Frances leiteiro ()
Lomax Study … Monsieur Dufarge
Vincent Schiavelli … Sr. Barrow
Pushpa Rawal … Maya
Rahi Azizi … Laki

Postado por αทg૯ℓ às 23:00 0 comentários  

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